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sábado, 3 de janeiro de 2009

a cidade dos sonhos

[1438]

esta semana, a crónica no sítio costume fala dessa cidade. da cidade dos sonhos. ou sonhada.
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talvez seja esta cidade que o josé luís peixoto se inspirou para a sua obra, nenhum olhar,
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" [...] E, ali, a superfície inteira do céu não era senão um gesto dela; a aura do sol sobre todo o horizonte da terra não era senão um cabelo dela; os pardais na sua melodia de mil vozes não eram senão o início do suspiro dela; a distância infinita da planície não era senão a pele suave da ponta de um dedo dela. [...] " (pp.158)
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

há filisteus no deserto

[1400]

ou os caminhos cíclicos do entroncamento da literatura.
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" [...] Fazes o caminho que só se pode fazer sozinho e de noite, pois todos temos um portão e um jardim para atravessarmos, sozinhos de noite, debaixo e sobre e entre o medo [...]"
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nenhum olhar (bertrand), josé luis peixoto, pp. 82
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" [...] vou buscar o meu coração. guardei-o aqui
algures e, por ti, tenho a certeza, vale a
pena voltar a encontrá-lo e correr todos os
riscos de novo. [...]"
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folclore íntimo (cosmorama), valer hugo mãe, pp. 20

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

apresentações e lições

[584]

josé luís peixoto estará em braga, dia 24 de janeiro, às 18h30 e em guimarães dia 25, às 21h30, em ambas as instalações da livraria centésima página, para apresentar o seu último livro, CAL.
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entretanto, vamos começar todos a escrever que o el-gordo português pode tocar a alguém.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

[489]

a cada dia que passa que leio um livro, ou quando chego ao fim dele, sinto que faltava sempre alguma palavra. de apreço a certas personagens, a certos gestos, a certas atitudes, a certos heroísmos. desta vez a palavra vai toda para o escritor.
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o livro de josé luís peixoto é um refresco da língua portuguesa. tem um arranjo e uma estruturação raras na literatura portuguesa e depois de lido dá a sensação que é um risco corrido e bem sucedido. ao arriscar escrever histórias entrecortadas umas nas outras, saltando espaços, tempos, e personagens de forma rápida e estonteante, provou que se podem escrever verdadeiros contos rápidos como quem anda numa jangada a descer o rio minho. desces e lá vais. já não podes parar. queres entrar na história e segues com alguns sobressaltos aqui e ali salpintados com retratos muitas vezes demasiado realistas, outras demasiado inverosímeis.

leiam e apreciem que vale a pena.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

livros em cogitação

[398]

só quero anunciar, aos leitores e apreciadores do escritor josé luís peixoto, que a partir de amanhã estará nas livrarias o seu novo livro, cal - [edição bertrand] -, que engloba uma série de estilos como sendo o teatro, a prosa e a poesia. ao que parece todos os estilos têm de um denominador comum, gente de idade e o mundo rural.
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querem ver que o homem vai falar de galos em capoeiras a comer o milho dos opulentos?