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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

o maneta e a revolução

[632]

ir pró maneta, vasco pulido valente, pp. 112, aletheia (***)
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há dias sentei-me na fnac, peguei no livro e comecei a ler. é pequeno e não vale os 17 euros. quer dizer valer, vale. eu é que não posso gastar esse dinheiro todo, em tudo o que mexa e tenha letras.
vai daí, lembrei-me de ler ali sentado no café. e fui lendo, lendo, parando para apreciar um pouco a qualidade da escrita, os pormenores hstóricos e comecei a olhar a luta contra a invasão francesa com os olhos de ver. não fazia amínima ideia de como tínhamos conseguido derrotar, expulsar e humilhar um dos melhores exércitos de sempre.


bom, a bem da verdade, o que toda a gente fica a pensar é, quem será o maneta. ora bem. o maneta era um dos generais comandados de Junot (o comandante), chamava-se louis henri loison. e a certa altura foi um dos mais bárbaros, devido às constantes baixas do exército francês.

graças a uma inesperada resistência do povo português, que, mais a norte, consegui ir expulsando o exército para lisboa ( onde foi cercado e se rendeu mais tarde) com uma guerrilha muito organizada pelas aldeias, e mesmo sem grandes armas, os focos eram dispersos o que confundiu a tropa francesa.

para finalizar, 3 estrelas para o livro de vasco pulido valente.