neste momento não tenho nenhuma (pelo menos que precises de saber) mas fazer alguma lista está fora de questão. estou a preparar o fim do observatório. não há listas para ninguém. o que houver há-de tropeçar.
Em relação ao escolher muito, e em defesa do Fernando Pessoa e toda a classe de camurçinas, devo dizer que uma pessoa pode (e deve) dar-se ao luxo de rejeitar certas opções. Porque quem não escolhe nada é que erra muito!
a bem da verdade, acho que já acertei e muito, em muitos dias, e em muitos anos, o meu passado é ainda o meu presente.
também continuo a ter um caixote do lixo de fazer inveja a muita gente.
já disse que não faço listas. se aparecer alguém que me agrade e vice-versa, então resolve-se o que há para resolver. mas isto de brincar aos anónimos já deu o que tinha a dar.
não é salib? (meu advogado do diabo)
ah e a ponto gi percebe! não sei bem o quê, mas ela percebe.
eu para mim, ou é o que eu quero ou então, não é nada. suponho que é assim com toda a gente (menos com aqueles que têm medo de ficar sozinhos)
(talvez seja esse o caso do nosso anónimo. ou precisa de alguma aula de etiqueta sobre as conquistas?)
Será o substituto da almofada ou da mantinha de infância? Hummm...
ResponderEliminarnão que substitua, mas deve ter sido o que mais me abraçou nos últimos tempos. para além de substituir muito bem algumas mulheres.
ResponderEliminarSe um cachecol me substitui assim tão facilmente, fazes-me sentir bem mal!
ResponderEliminareu disse algumas mulheres. mas isso só depende de quem sejas...
ResponderEliminarTens assim uma lista tão longa de mulheres que te aquecem o pescoço?
ResponderEliminarneste momento não tenho nenhuma (pelo menos que precises de saber) mas fazer alguma lista está fora de questão. estou a preparar o fim do observatório. não há listas para ninguém. o que houver há-de tropeçar.
ResponderEliminarÀ primeira vista, isto parece um arrufo...
ResponderEliminar:)
ResponderEliminarparece não parece?
ainda se fosse mesmo um arrufo, e se fosse com um cachecol que eu conhecesse, ou quisesse, até nem era mau para resolver a questiúncula.
:)
Só se substituir as mulheres que não queres...põe-te com esquisitices, põe-te...hehe...quem muito escolhe...pouco acerta!
ResponderEliminarAnónimo,
ResponderEliminarpercebo a sua ideia, mas "qualquer coisa", nunca foi uma boa opção.
Isto a mim, assim à primeira vista parece-me que alguém anda a tentar sacar nabos da púcara... Parece-me.
ResponderEliminarEm relação ao escolher muito, e em defesa do Fernando Pessoa e toda a classe de camurçinas, devo dizer que uma pessoa pode (e deve) dar-se ao luxo de rejeitar certas opções.
ResponderEliminarPorque quem não escolhe nada é que erra muito!
a bem da verdade, acho que já acertei e muito, em muitos dias, e em muitos anos, o meu passado é ainda o meu presente.
ResponderEliminartambém continuo a ter um caixote do lixo de fazer inveja a muita gente.
já disse que não faço listas. se aparecer alguém que me agrade e vice-versa, então resolve-se o que há para resolver. mas isto de brincar aos anónimos já deu o que tinha a dar.
não é salib? (meu advogado do diabo)
ah e a ponto gi percebe! não sei bem o quê, mas ela percebe.
eu para mim, ou é o que eu quero ou então, não é nada. suponho que é assim com toda a gente (menos com aqueles que têm medo de ficar sozinhos)
(talvez seja esse o caso do nosso anónimo. ou precisa de alguma aula de etiqueta sobre as conquistas?)
"questiúncula". ainda vou ter de usar essa palavra hoje. nem que logo tenha de forçar a conversa para isso.
ResponderEliminarera só para acalmar os animos...
;-)
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