quarta-feira, 16 de abril de 2008

se o tempo é a medida que sobra do que nunca poderíamos saber

[901]

já escrevi sobre o fim de tarde no banco de jardim. se hovesse mais luz, talvez a beleza da camisa vermelha e do cabelo preso, pudesse fazer sobressair a verdade antecipada. nunca é assim. nem nunca será. basta-nos tentar adivinhar hoje o que podemos ser amanhã.
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"[...] não poderia, então, perceber o que é o amor. não poderia, então, perceber que o amor à distância é sempre uma tortura, e que quando não é uma tortura é porque não é amor, ou já não é amor.[...]".
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via [escrita casual]
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quantas caras pode ter o amor?

7 comentários:

  1. só uma, a da felicidade!

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  2. tem mil e, no entanto, apenas uma...

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  3. as perguntas difíceis têm sempre respostas simples. e vocês deram-na. quando aparece o amor, todos o reconhecem...

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  4. é um misto de emoções, por isso as caras tb podem ser várias.

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  5. tem uma cara familiar porque não é do que a revolução de ondas que há muito jaziam no peito...

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  6. O verdadeiro problema reside aí! Não há caras, mas corações. Se houvesse uma cara saberíamos o que nos faz felizes...

    O amor não se vê, sente-se, não se olha, contempla-se, não é previsível, espanta-nos, não nos faz felizes, ajuda-nos a sorrir, não é o que queremos mas, o que nos dá... Não é o fim, mas o caminho...resta saber qual a seta a seguir..

    Tudo isto para dizer não sei o quê.. Talvez "[...] não poderia, então, perceber o que é o amor. não poderia, então, perceber que o amor à distância é sempre uma tortura, e que quando não é uma tortura é porque não é amor, ou já não é amor.[...]".

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  7. a dificil luta das definições...

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