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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

pós - modernos

[478]

lipovetsky, que continua na minha lista de escritores a vasculhar, fala da pós-modernidade com a calma e a seriedade que só um europeu podia ter, ou só mesmo sendo francês. isto às vezes parece-me pouco defensor das nossas qualidades, mas é verdade. numa entrevista recente a uma revista do JN, ele expressa, com tamanha facilidade, a sua visão sobre o apego que temos à vida nos aspectos superficiais e materiais, ou da inevitabilidade do nosso fim, que nos faz querer a todos tornar um bocado ascetas. rapidamente.
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de certa forma há em nós a certeza de que isto é verdade,
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"Em Nova Iorque, da mesma forma que acontece em outras grandes metrópoles do mundo, o hedonismo (quando existe) é uma prática forçada.Lipovetsky tem razão. Curvemo-nos assim perante a hiper-modernidade."
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quem nunca pensou que fazemos tantas coisas que não nos dão o prazer objectivo, nem nos preenchem pessoalmente, só porque se tornaram prática corrente e aceite pela sociedade que as temos de fazer?