[445]
a sério que não. a não ser o manuel. ainda assim A. luzes que preferem a alegria de escrever, à tristeza contagio do mal dos poetas. os escritores, e eu falo por mim, nunca se servem da escrita para a catarse que precisam. depurar os enredos e os lodos em que as suas mentes se envolvem, não está ao seu alcance. ainda assim, há os que preferm o sol, a luz, a alegria, e o sorriso. escrevem com a satisfação de quem complementa o que falta aos outros. destreza na caneta e arrojados laivos de inspiração, em comunhão com o papel.
.
eu desconfio da perfeição, mas que ela pode existir, pode. e eu não posso deixar de acreditar.
.
há depois uma tiradas deliciosas que me garantem que eu estou no bom caminho. devo continuar por estes lados. a ler o que de melhor aparece na blogosfera.
.
contagia a alegria com “dias de bata e saia às pregas” ou outras imaginações ainda mais perniciosas para os saudáveis pensamentos, “sobre um rasto de saliva na curva de um joelho”.
.
e eu acredito. tenho de acreditar. apesar de sentir não ter nada a dar a mim próprio.
