domingo, 15 de julho de 2007

José Saramago defende que Portugal devia tornar-se uma Província de Espanha


O prémio Nobel português José Saramago defende, numa entrevista publicada hoje no "Diário de Notícias", que Portugal deveria tornar-se uma província de Espanha e integrar um país que passaria a chamar-se Ibéria para não ofender "os brios" dos portugueses.
Portugal tornar-se ia assim, sugere o Nobel português, mais uma província de Espanha: "Já temos a Andaluzia, a Catalunha, o País Basco, a Galiza, Castilla La Mancha e tínhamos Portugal". "Provavelmente [Espanha] teria de mudar de nome e passar a chamar-se Ibéria. Se Espanha ofende os nossos brios, era uma questão a negociar", disse o escritor, membro do Partido Comunista Português desde 1986.
Este senhor que vive há 14 anos em Espanha, na ilha de Lanzarote, poderá porventura até desejar ser espanhol, se for preciso eu assinar qualquer coisinha para que isso possa acontecer até assino duas vezes, agora eu sou Português de Portugal e não de uma Ibéria qualquer.

2 comentários:

Fernando Pessoa disse...

Apesar de tudo suponho que aquilo que a mulher (espanhola) lhe faz seja suficiente para ela andar de gatas a imitar um gatinho amestrado....sei lá....ele pensa por ele e cada um de nós pensa o que quiser...respeito a idade do homem...tal como o mário soares que tb já nao diz coisa com coisa...espero é que esta falta de lucidez não interfira com a qualidade dos livros dele...gosto muito (apesar de conhecer poucas pessoas que gostem) e por isso acho que um nobel deve ser respeitado mesmo no declínio das suas capacidades....

Presidente disse...

Tal como um jogador da bola, tem que ser inteligente de se retirar ainda em pleno das suas capacidades fisicas para assim ser recordado, e não como um "arrastão" da bola, se Saramago está em declínio das suas (brilhantes) capacidades, havia também de ser inteligente de se recatar em relação aquilo que diz, para mais tarde, apesar do respeito que por ele se possa ter, não ser recordado como o velho "gágá" que coisa com coisa já não dizia, e que, coitado, a quem tudo era tolerado, por um dia ter sido nobel...