sexta-feira, 23 de novembro de 2007

nunca vi um escritor alegre

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a sério que não. a não ser o manuel. ainda assim A. luzes que preferem a alegria de escrever, à tristeza contagio do mal dos poetas. os escritores, e eu falo por mim, nunca se servem da escrita para a catarse que precisam. depurar os enredos e os lodos em que as suas mentes se envolvem, não está ao seu alcance. ainda assim, há os que preferm o sol, a luz, a alegria, e o sorriso. escrevem com a satisfação de quem complementa o que falta aos outros. destreza na caneta e arrojados laivos de inspiração, em comunhão com o papel.
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eu desconfio da perfeição, mas que ela pode existir, pode. e eu não posso deixar de acreditar.
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há depois uma tiradas deliciosas que me garantem que eu estou no bom caminho. devo continuar por estes lados. a ler o que de melhor aparece na blogosfera.
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contagia a alegria com “dias de bata e saia às pregas” ou outras imaginações ainda mais perniciosas para os saudáveis pensamentos, “sobre um rasto de saliva na curva de um joelho”.
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e eu acredito. tenho de acreditar. apesar de sentir não ter nada a dar a mim próprio.

2 comentários:

A. disse...

Tenho dias de ser triste, também. Muito triste. E, nesse dias, os meus lodos transparecem nalguns sinais porque não os sei esconder.

Mas é verdade, tu descobriste-me: prefiro tanto os sorrisos. :D Tanto. :)
Sei que não sou o que de melhor aparece por aqui - é a tua simpatia que me diz assim.

Uma vez escrevi que tantos mimos me fazem corar e é verdade. Coro outra vez.*

Zé Baptista disse...

Eu já vi um escritor alegre. O Manuel...