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domingo, 26 de abril de 2009

fontes de inspiração

[1663]

a crónica no sítio do costume, em fontes de inspiração. um abril amargo, o meu 25 abril.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009

porto de abrigo [2]

[1630]

as cidades e as terras, a crónica no sítio do costume. mais imagens da cidade invicta.
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sábado, 14 de fevereiro de 2009

fontes de inspiração

[1537]

esta semana publiquei duas crónicas, uma atrasada da semana anterior e outra [um poema] desta semana com uma dedicatória especial, no blog do costume.
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não tarda e o blog passa as 50.000 visitas e eu queria aproveitar para agradecer a todos os leitores dedicados e pacientes deste pasquim. apesar de tudo ainda é para vocês que escrevemos, e por quem trocamos visitas em blogs, e por quem estamos atentos às palavras.
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e porque hoje é um dia diferente, porque há uma comemoração, deixo-vos uma passagem escrita por fernando alvim, no jornal metro (13.10.2007),
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" [...] Quando se gosta de alguém — mas a sério, que é disto que falamos — não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há SMS que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque não recebi as flores que pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de impossibilitar o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campainha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém — e estou a escrever para os que gostam — vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante do que nós. "
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sábado, 31 de janeiro de 2009

fontes de inspiração

[1505]

a crónica da semana no sítio do costume. as cidades e as terras, com uma versão borgiana. será a beleza das coisas (monumentos, estátuas ou edifícios ) parte da cidade, ou as fronteiras serão apenas delimitações fictícias? não será tudo espólio do mundo?
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" [...] As fronteiras são aqui, em todo o caso, uma mera convenção. É um pouco como na vida: há um tempo em que se vive e, depois, um outro, no qual se recorda o que foi viver . É sempre um grande mistério, suponho, saber reconhecer que já se ultrapassou a fronteira que os separa aos dois. [...] " (pp. 118)
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(a minha escolha para livro do mês no blog anfitrião)
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