segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

niguém escreve ao coronel

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este fim-de-semana parei de ler o livro em desfolhada para poder ler a oferta simpática do [TONS DE AZUL].
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já tinha lido em tempos os livros "cem anos de solidão" e "amor em tempos de cólera" de gabriel garcía márquez, e desta vez li o livro "ninguém escreve ao coronel". é de facto uma história interessante, que parece tirada do mesmo espaço em que desenvolvem outras histórias do autor. este pequeno romance, cheira a ensaio, uma preparação para as grandes obras do autor que já referi atrás.
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queria agradecer a oferta e aconselhar a leitura a qualquer um que queira começar a ler garcía márquez. o coronel espera há 15 anos pela sua reforma e vai todas as sextas ao cais esperar pelo barco que trás a correspondência. o problema é que ninguém (ou quase ninguém) escreve ao coronel. e ainda tem de alimentar o galo lutador, tirando à sua própria boca. momentos hilariantes e outro de consternação com a tristeza dos resultados da guerra.

5 comentários:

tonsdeazul disse...

:) Fico contente que tenha chegado aí em condições e que tenhas gostado de o ler.

Teté disse...

Adoro o Gabo, mas este vai ter de esperar...

Fernando Pessoa disse...

está lido

:)

muito obrigado. espero começar em breve a fazer concursos no nosso blog e oferecer livros também.

André Benjamim disse...

o meu preferido do gabriel. tanto como "crónica de uma morte anunciada" e "de amor e outros demónios"

o título em português é que não me convence: "el coronel no tiene quien le escriva" é muito mais correcto: é que para além de ninguém escrever ao coronel, o coronel não tem que lhe escreva...

abraço.

Fernando Pessoa disse...

CAro André Benjamim,

Antes de mais bemvindo.

Só li de García Márquez, para além deste claro, 'o amor em tempos de cólera' e 'cem anos de solidão'. Depois deste acho que vou ter de ler mais algum dele porque definitivamente é um excelente escritor.

Quanto às traduções, de facto elas deixam muito a desejar, mas não se admire porque conheço uma rapariga que trabalha nas caixas de um hiper e faz traduções. Ou seja, ela já vendeu o livro que ela própria traduziu a um preço muito baixo. Se eles não têm condições pois então é difícil atingirmos a qualidade necessária.

Vá aparecendo,

Abraço