quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

A Caixa de Perpétua.

4 comentários:

Teté disse...

Eh, eh, eh, fartei-me de rir com esta!

Suponho que a novela cá já passou no início dos anos 90 - quando li o livro, né? - mas mesmo assim é giro rever estas cenas...

Fernando Pessoa disse...

Caro amigo,

és o maior dos camurças na resolução de mistérios...a verdade é que se subentende que o que está lá é o "dito-cujo" do marido falecido...se em vida não lhe deu uso, ao menos ficou pra consolar a mulher...

César Gomes disse...

Realmente não diz o que é...

Anónimo disse...

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