segunda-feira, 2 de junho de 2008

Do fundo do Baú - 3

Acho que todos nós já experimentamos a seguinte sensação.

Pintem este quadro:

Um fim de tarde de Agosto, Domingo, algures em meados da década de oitenta. A temperatura está amena e sopra um vento suave. O céu está pintado de azul, exceptuando o horizonte a Oeste, côr de rosa com algumas nuvens.

Ouve-se ligeiramente uma avioneta a sobrevoar Palmeira.
Brincamos à porta de casa. Ao longe, os altifalantes anunciam o final da festa numa aldeia vizinha, com o tradicional bazar. A voz do homem é quase imperceptível, mas dá para entender que já leiloaram pelo menos dois cabritos, cinco patos e mais uma catraifada de coisas.

Termina o bazar...

...e ouvimos isto que aqui se segue enquanto os foliões recolhem a casa...

4 comentários:

O Poeta Morto disse...

minha nossa! como te foste lembrar desta? este verão temos de ir explorar as festas populares á procura de uma festa assim.

Fernando Pessoa disse...

este ano atacamos em crespos, em dume e em amares (por causa da cunhada :)...

Pai Natal disse...

Qual é a cunhada de crespos que eu ainda nao conheço???!!!

Será a que se vai tornar este próximo domingo???!!!

Fernando Pessoa disse...

ahahahaha!

eu falei da cunhada de amares :) tu é que vês tudo deturpado...mas ainda assim se ela estiver por lá pode bem dar um pezinho de dança que me parece vai ser o fim do mundo !