quinta-feira, 25 de setembro de 2008

fímbria

[1235]

num conto notável em que, ao seu melhor estilo, jorge luís borges nos cria um ambiente surreal, misturando a realidade perceptível (viva e sensorial), com os sonhos mais difusos, um homem encontra-se, num banco de jardim, com ele próprio só que mais novo.
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o mais novo pede informações sobre o futuro, sendo que a vida que o espera não tem nada de anormal.
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também nós deveríamos pensar apenas em viver o que se adivinha na normalidade dos dias do futuro. é que até os desfechos a que apelidamos de desgraça, não fugirão a essa regra corriqueira da vidinha.
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se bem que sonhar acordado ajudará a passar melhor o tempo nessa fímbria que separa o real do imaginado.

2 comentários:

Teté disse...

O conto é realmente fantástico! :)

Adorei!

Fernando Pessoa disse...

ouvi falar desse conto há uns bons 7 anos atrás. o meu companheiro de blog estava a traduzir para uma cadeira na universidade, e não sei bem porquê, lembrei-me dele agora...é realmente muito bom.

bom fim-de-semana :)