quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

a pluviosidade do olimpo

[1515]

tanto dilúvio senhor. tanta chuva - e em bátegas também (porquê?) - desta forma lavas a terra de um modo esquizofrénico (és tu ou nós que alucinamos?).
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[não insistas. para alindar a face desta gente é preciso recuar ao estado da inocência primordial. e isso só tu conseguirás.]
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não te convenças que aspergir-nos com veemência resolve o assunto. não será assim que nos livrarás dos pecados.
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2 comentários:

Me disse...

Chove comós cornos, né?

S. G. ex - Fernando Pessoa disse...

mas haverá alguém que não esteja farto desta chuva? já enerva...