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invejo quem sente a felicidade sem se questionar se o que sente é verdadeiro. dirão esses incautos libertinos, de paz de espírito reinantes, inquestionantes, sossegados perante o acaso da vida, que se sorriem é porque estão felizes.
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eu desconfio dos sorrisos. assim da forma como eles são. tão insistentes e estridentes, que me soam a alarmes exteriores de buracos sentimentais.
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e assim, ou eu estarei enganado, e não sei ser feliz, ou eles é que se andam a enganar a si próprios.


