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tirado do blog [andré benjamim], cito uma das cartas de luiz pacheco. passou a leitura em cogitação.
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" [...] ias a meu lado pela última vez e eu era já um estranho para ti, um fantasma a quem se concede, por caridade, uns momentos mais de companhia, algumas palavras vagas distraídas, um pouco de estima, talvez. [...] Hoje, havia de rir ou chorar, era a máscara do momento; mas diria: tanto faz..., tanto me faz... Sabia-o! [...]"


