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terça-feira, 3 de novembro de 2009

só para entreter

[1776]

pergunta número 1
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caro leitor, leu algum livro do saramago?
sim
nao
li meio livro
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pergunta número 2
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se repondeu sim, diga-nos quantos.
1
2
3
mais de 3
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pergunta número 3
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qual o livro que mais gostou?
memorial do convento
ensaio sobre a cegueira
o evangelho segundo jesus cristo
caim
outro
nenhum
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fico muito curioso com a quantidade de livros que o saramago vende e a relação directa (inexistente) com o ínfimo número de pessoas que eu conheci, e que leram algum livro do homem.
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é isso e não ter nada que vos escrever de importante.
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abraço
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

declaração de interesses

[1774]
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leio saramago e continuo a acreditar em deus.
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(depois dos números serão 14 obras lidas, e só para que conste, já me arrependi de não ter ido a penafiel. voltarei ao assunto)
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terça-feira, 29 de setembro de 2009

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

a deliciosa sustentabilidade da cultura

[418]
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que a cultura sai cara, disso ninguém tem dúvidas. mas que há dinheiro bem empregue e merecido, a isso também não conheço quem resista.
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O DOM de Jorge Reis-Sá

editorial magnólia

para saberem a vontade, e a enorme satisfação com que eu devorei este magnífico livro, imaginem uma tosta mista, numa tarde em que foram nadar a tarde toda, e estão com um apetite daqueles, e aparece à vossa frente uma deliciosa tosta, com o queijo derretido a cair dos lados, o fiambre rosadinho e fresquinho a chamar por nós. que fazemos? abocanhamos a toda a força, para que ninguém tenha a veleidade de sequer nos interromper enquanto degustamos a peça.
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este livro, que parte de uma ideia autenticamente "saramaguiana", escreve uma inverosímil fábula (que o autor apelida de divertimento), e eu corroboro, garantindo até que foi um enorme divertimento para mim lê-lo. o DOM, é uma visão completamente nova para mim. nunca vi uma história contada pelos olhos de várias personagens.
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partindo da ideia de que fora de um centro comercial ninguém conseguiria viver, e que as pessoas que estivessem fora se transformariam em "contas", o autor desenvolve vários temas, como a sobrevivência, a organização da sociedade (incluindo em situação de crise) ou a verdadeira essência do ser humano, chegando a um final que eu achei um pouco penoso. é desconcertante e deixa-nos na dúvida. e mais não digo.
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aos companheiros mais próximos digo o mesmo de sempre, o livro está à vossa disposição.
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p.s. foi o primeiro livro que comprei por sugestão das pré-publicações do [miniscente].
p.s.2 agradeço a dedicatória do autor e a prestabilidade da editora.