sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

ao que mais ninguém consegue explicar, eu dou um empurrão

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diziam elas todas animadas ontem no bar da empresa,

- olá, maria! há tanto tempo que não te via! já casaste?
- pois, é verdade júlia. há quase um ano que não vinhas aqui. e sim casei em setembro.
- sabes que eu não acredito no casamento. mas fizeste bem.

ora, do surrealismo desta conversa sobra uma lição. a maria também não acredita no casamento, mas tem medo de ficar sozinha.
e eu casava com as duas se elas quisessem. mesmo não acreditando no casamento também.

9 comentários:

El Salib disse...

Como é que sabes que a Maria não acredita no casamento?

(Se eu fosse um artista do c*r*lh* cantava-te uma canção de embalar... O que tu queres sei eu!)

Fernando Pessoa disse...

tenho um dedo que adivinha...
:)

não fosse eu ter uma folha de serviço ao melhor nível deste exército de camurcinas...

Fernando Pessoa disse...

ah! uma delas é de lisboa e em termos de monumentos podes comparar com a sagrada família :) só para teres uma ideia da grandeza :)

O Poeta Morto disse...

se é como a sagrada familia entao está inacabada, certo?

El Salib disse...

Incabada?

Fernando Pessoa disse...

podia ser brejeiro e dizer que ainda faltava uma coluna...mas o que lhe falta mesmo é passar à vossa frente para engolirem isso que acabaram de dizer, e penso que com estas palavras ides de vez respeitar a minha sábia opinião..

Fernando Pessoa disse...

ah! e de facto um toque meu de artista não lhe ficaria nada mal..

PontoGi disse...

Agora sim, digo com toda a certeza. O que tu queres, sei eu!


Eu é que já não tenho pachorra para conversas(e perguntas) desse género!

Fernando Pessoa disse...

e qual é a pergunta que já não tem pachorra de ouvir?

quanto ao que eu quero, isso é limpo como água,

SOSSEGO!

:)

(embora eles digam que eu não faço muitopor isso)