sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

isso eu sei, só não sei o que queres

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e depois de termos corrido até ao fim da rua, de mãos dadas, e de perdermos o eléctrico, encostados ao chafariz, rimos como se fosse a primeira vez que nos tocávamos. e era.

5 comentários:

Teté disse...

Hummm... isto não é um pouco íntimo demais para pôr aqui... ou é aperitivo para uma nova blogonovela?
:)

Anónimo disse...

"não me arrependo das horas que perdi a esperar-te quando ainda havia a esperança, a esperança que havia quando, a esperar-te, perdi horas de que não me arrependo"

J. L. P.

de: anónimo perfeitamente identificável

alguém por aí... disse...

convido-te a uma visita!

boa noite!

PontoGi disse...

Que venha essa blogonovela.

Fernando Pessoa disse...

Voltei! :)

tété,

isto quase nunca passa de uma imagem que me assalta a mente, quase nunca tem algo de verdadeiro. mas é sempre bom e inspirador para uma nova blog-novela.

José Luis Peixoto tornou-se um caso sério da nossa litertura.

alguém por ai,

só agora vi estas respostas. visitarei com muito gosto e atenção. mais tarde tecerei os meus comentários :)