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domingo, 29 de março de 2009

fontes de inspiração

[1620]

o delíro que felizmente se concetiza em palavras apenas uma vez por semana. a crónica no sítio do costume. esta semana a análise da obra odes, de ana salomé.
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" [...] quem é ela que diz amor como se fosse um advérbio de tempo
de designação de modo de afirmação de negação
de loucura?" (Ode a Lisboa - pp.89)
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quinta-feira, 26 de março de 2009

zöe [15]

[1615]

e eu a perder tempo. sempre na procura da definição simples para esta ansiedade. e era tão fácil.
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" [...] é tão ruidosa a existência de alguma coisa que começa [...] "
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segunda-feira, 23 de março de 2009

fontes de inspiração

[1606]

a crónica. análise da obra anáfora, de ana salomé. as fontes de inspiração.
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"Num desses dias fizemos amor - duas crianças com corpo de sol envoltas no escuro -, e dormimos abraçados como se fossemos o boneco um do outro." (pp.14)
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anáfora, ana salomé
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

fontes de inspiração [2]

[1489]

surge este encontro imediato para corrigir uma falha enorme deixada na minha análise da obra do passado sábado. assim, e se não leram podem fazê-lo no sítio do costume, depois de eu ter afirmado isto [sem pés nem cabeça para um cronista sério] " refira-se também que faltam nesta antologia pelo menos dois livros publicados pelo autor. "estou escondido na cor amarga do fim da tarde" (campo das letras) - obra esta que tenho e li; e ainda a mais antiga de todas cujo título e editora me escapam por completo. ", venho com este post repudiar a minha falha e emendar a mão com uma informação preciosa, cedida pela minha amiga, e grande poeta, ana salomé.
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a obra em falta é Silencioso Corpo de Fuga, editada em 1996, pela editora A Mar Arte, da cidade coimbra. suponho que dificilmente será agora possível conseguir esta obra pela editora porque não há registo de movimentações recentes da mesma. contudo, e num acto ainda mais majestoso da nossa amiga (que escreve umas delícias literárias), deixo-vos o prefácio da obra,
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"Inclino-me sobre esta folha branca. Espreito. Anseio ler aquilo que vou escrever."
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e ainda o poema que ela mais gostou,
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12.

Às vezes perco-me nos caminhos que
conheço. Adormeço nos ruídos do
mundo sonhando banalidades
enquanto sou feliz. Sempre que
falho e fecho os olhos, imagino
outra pessoa perto de mim aquecendo as
mãos no calor do meu corpo como nas labaredas
de uma pequena fogueira.

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espero ter sido útil. agradeço a informação prestada pela solícita e simpática ana.