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sexta-feira, 10 de abril de 2009

mesclar

[1640]
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os bloggers são poetas. de resto não têm mais nada em comum. há uns tempos o valter postou este vídeo maravilhoso. gosto da capacidade que a blogosfera ainda tem em me surpreender.
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a ana publicou este há dias. prefiro dar-vos novidades quando escrevo, mas estas duas músicas são maravilhosas. a escutar com atenção. (desculpem mas eu não percebo nada de música, por isso deixo-vos aqui a sugestão de quem percebe mais que eu).

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quinta-feira, 26 de março de 2009

zöe [15]

[1615]

e eu a perder tempo. sempre na procura da definição simples para esta ansiedade. e era tão fácil.
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" [...] é tão ruidosa a existência de alguma coisa que começa [...] "
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segunda-feira, 23 de março de 2009

fontes de inspiração

[1606]

a crónica. análise da obra anáfora, de ana salomé. as fontes de inspiração.
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"Num desses dias fizemos amor - duas crianças com corpo de sol envoltas no escuro -, e dormimos abraçados como se fossemos o boneco um do outro." (pp.14)
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anáfora, ana salomé
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segunda-feira, 16 de março de 2009

fontes de inspiração

[1591]
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a crónica da semana no sítio do costume, uma deliciosa entrevista com a autora do mês, ana salomé. quem diz o que ela diz, precisa de exposição mediática,
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

fontes de inspiração [2]

[1489]

surge este encontro imediato para corrigir uma falha enorme deixada na minha análise da obra do passado sábado. assim, e se não leram podem fazê-lo no sítio do costume, depois de eu ter afirmado isto [sem pés nem cabeça para um cronista sério] " refira-se também que faltam nesta antologia pelo menos dois livros publicados pelo autor. "estou escondido na cor amarga do fim da tarde" (campo das letras) - obra esta que tenho e li; e ainda a mais antiga de todas cujo título e editora me escapam por completo. ", venho com este post repudiar a minha falha e emendar a mão com uma informação preciosa, cedida pela minha amiga, e grande poeta, ana salomé.
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a obra em falta é Silencioso Corpo de Fuga, editada em 1996, pela editora A Mar Arte, da cidade coimbra. suponho que dificilmente será agora possível conseguir esta obra pela editora porque não há registo de movimentações recentes da mesma. contudo, e num acto ainda mais majestoso da nossa amiga (que escreve umas delícias literárias), deixo-vos o prefácio da obra,
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"Inclino-me sobre esta folha branca. Espreito. Anseio ler aquilo que vou escrever."
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e ainda o poema que ela mais gostou,
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12.

Às vezes perco-me nos caminhos que
conheço. Adormeço nos ruídos do
mundo sonhando banalidades
enquanto sou feliz. Sempre que
falho e fecho os olhos, imagino
outra pessoa perto de mim aquecendo as
mãos no calor do meu corpo como nas labaredas
de uma pequena fogueira.

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espero ter sido útil. agradeço a informação prestada pela solícita e simpática ana.

domingo, 14 de dezembro de 2008

a babel do estonteante mundo novo

[1398]
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o que mais gosto no inverno é o frio. hoje gosto menos, é verdade. entranha-se mais nas carnes ao de leve e instala-se rapidamente, entornado com uma força incontrolável, como se descesse lentamente até chegar aos pés (e depois dos pés frios ninguém está sossegado). sofro mais agora, neste adiantar da idade, de tal forma que já não sei se gosto assim tanto do frio do inverno.
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só com muito esforço vocês entenderiam o que esta introdução teria a ver com o resto do texto. é que isto aconteceu-me por estar aqui parado em frente ao computador. já procurei a mantinha que vai disfarçando este mal estar. já aproximei o radiador dos pés e nem assim consigo relembrar que um dia fui jovem (a minha mãe diz que deve ser da circulação)
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vale que vou lendo uns textos dos blogs de eleição antes de regressar aos meus companheiros recentes, nomeadamente este, e este (em boa hora fiz a assinatura) recentemente recebido em casa.
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o companheiro atento e já citado aqui algumas vezes, anuncia um novo cantinho a ler (e li o blog do principio ao fim). para além de não deixar de recomendar vivamente, devo retemperar forças porque há algumas coisas que nos deixam do avesso. algumas das palavras escritas pela autora, deixaram-me a pensar nos limites que temos de quebrar para tentar melhorar o que escrevemos. se por vezes o realismo me surpreende quando chega em escritos condizentes com a qualidade exigível, o patamar da poesia (ou da prosa-poética) que se desloca entre herberto e al berto (é o caso dos dois bloggers, curiosamente), feito de duras metáforas de sangue, não me permitem ver com clareza o caminho que quero percorrer (apesar de escrever para guardar no caderninho). e neste momento desculpo-me muitas vezes por não procurar desbravar certos caminhos que já deveriam ter sido calcorreados. na poesia é preciso ler tudo, tentando descobrir o destino das palavras que procuro, sendo que o prazer de as escrever deve ser o primordial objectivo. nisto de pegar nas cartas, baralhar e dar de novo (não há muito que não tenha sido dito) obriga-nos a estar numa vanguarda do nosso próprio conhecimento.
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agora retiro-me para um lugar mais quente (físico) e deixo-vos umas palavras que guardei da autora,
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