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quinta-feira, 28 de maio de 2009

quem é o wally?

[1702]

mais de 1700 posts e 60.000 visitas. é o que temos, mas é muito para mim.
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quem é este wally?
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Photobucket

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mais um enigma a desvendar no nosso blog.
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sexta-feira, 21 de março de 2008

peito [10]

[827]

a noite já não volta
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ofegante de cavar um buraco,
nesta terra dura e seca,
lembrei-me dos sonhos que enterrei.
cavando, olhei em volta
buscando um espaço que já não encontrei,
mesmo debaixo do sol abrasador.
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a noite já não volta
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e cavei, ardendo de calor,
um buraco que pensei chegar,
mesmo na hora de enterrar o peito,
para desaparecer o desassossego.
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mas a noite,
essa noite
já não volta.
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e mesmo escurecendo, buraco aberto
no chão e no peito, a noite
de prateados recortes em pontos,
será testemunha do fim, porque

a noite,
aquela noite
já não volta.
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dia mundial da poesia
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e porque sim, comemoremos então as palavras. da forma que elas menos se entediem. o dia mundial das palavras curtas e sinceras, palavras encavalitadas em espaços carregados de simplicidade. palavras que não quiseram ser prosa. palavras poéticas vindas do peito. palavras.
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poemas especias,
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poemas que não devemos esquecer,

domingo, 10 de fevereiro de 2008

eis a pólvora

[700]
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e quem vê blogs, não vê corações
(comemoração de mais uma centena de posts)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

vou ali e já venho

[652]

vou ali e já venho. mas ainda deixo uns poemas para chatear alguém. se voltar bem, prometo tentar perceber que se passou com este blog. assim de repente tornar-se uma meca. não percebo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

comemorações

[633]

10.000 visitas
comemorando com o que é nacional. AQUI.
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obrigado a todos.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

os dias

[587]

os dias de trabalho, contados assim aos palmos, aos centímetros de vida, parecem longe demais. os dias contados devagar, com a calma reinante, penteados, resignados, parecem uma muleta de auxílio. e a bem da verdade, merecia uma prenda para comemorar os mais de 4 anos de serviço a esta causa. aqui podem ver o que me ofereci.
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sempre são 1500 dias de trabalho que hoje se comemoram

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

estatísticas incentivadoras

[561]

escrevo este post para que os meus comanheiros de blog se sintam incentivados a continuar esta luta pelo objectivo primordial, que ninguém percebeu muito bem qual é. contudo e a bem da informação deixo as estatísticas dos 3 meses completos de que disponho informação.
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outubro - 1.198 visitas (melhor dia, 23 - 83 visitas)
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novembro - 1.637 visitas (melhor dia, 29 - 103 visitas)
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dezembro - 1.811 visitas (melhor dia, 6 - 88 visitas)
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entramos no novo ano, com mais de 8.000 visitas e portanto a todos os visitantes muito obrigado.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

[556]
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vinha a pensar em escrever qualquer coisa relacionada com o dia especial em que deixei de fumar. pois bem fiz as contas e só posso dizer que, por coincidência, até porque gosto de capicuas, faz hoje exactamente,
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1001 dias que deixei de fumar.
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parabéns para mim.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

as blog comemorações

[529]

julgo que não se poderá deixar passar em claro a distinção que foi obtida pelo blog do conterrâneo pedro morgado, avenida central, como o melhor blog nacional cidade/região. é de louvar a sua isenção, atacando convenientemente todos os quadrantes políticos e sociais, bem como a elevação com que enaltece o que de bom se vai fazendo pela nossa cidade e região. sem a obtusa visão que prolifera na blogosfera, de acicatar as divisões entre braga e guimarães, consegue dar uma pedrada no charco no que concerne às ligações entre as cidades, bem como engrandecer os méritos da união destas duas cidades, contando com famalicão e barcelos para superar a interioridade da região.
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por tudo isso parabéns ao pedro morgado.

sábado, 8 de dezembro de 2007

os 47 dias do desterro (VIII)

[post 500]
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tem dias de azia tão intensa que parece que lhe vai sair das entranhas o aziomado mundo que se lhe acumulou de tristeza ao longo dos anos. ele encolhe-se de mansinho nos cobertores, tantas vezes húmidos do inverno, que sente entrar nos ossos o gelo da natureza, como um aviso de que a dor que sente nas articulações são resultado do duro enfrentar dos dias.
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quando subiu a escadaria que dava acesso à sua casa, espreitou os animais que vivem por baixo e tudo estava como sempre calmo, sentindo aproximar-se o fim da luz do dia. sacudiu os pés no tapete aspro e rude que se apresenta na porta de entrada, outrora azul, hoje quase palete de cor de tantas vezes usado por todos. as galochas da lida de campo são deixadas na entrada e quando calçava as socas de andar por casa, aninhando-se para as ajeitar, levantou a cabeça na direcção da cozinha e viu a sua mãe deitada na mesa, inerte, para, suspensa pelo escuro que a encobria. entrou a estranhar a fraqueza da mulher forte, de mansinho acendeu a vela do candelabro, e reparou na carta que a sua mãe tinha debaixo dos braços. o meu pai estava fora e eu comecei a ler a carta.
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foi nesse dia que a minha soube que o meu irmão mais velho, gervásio dornas, tinha finado ao serviço dos interesses militares. da estratégia dos grandes de lisboa, do senhor do poder, de quem não se poderia falar, nem reclamar, nem sussurrar. a minha mãe esteve em lágrimas o dia todo, desde que o vizinho a viera avisar de que tinham enviado a lista dos três nomes que seriam condecorados.
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ela olhou para mim e agarrou no meu braço. disse-me baixinho, tu não vais para a guerra. quando fizeres 18 anos e te quiserem levar, eu arranjo maneira de fugires. eu assenti com a cabeça. não tinha medo da guerra. eu queria até ir para a guerra. pelo menos até esse eu queria. o meu irmão chegará daqui a uma semana e eu estarei ao pé do meu pai para receber o seu corpo. O primeiro corpo que eu veria em vida. nesse dia eu não chorei.
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nesse dia eu senti começar a minha própria guerra. porque nesse dia eu sei que o meu erro seria ter ficado naquela terra.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

reescrevi a história do coronel

[476]

depois de ter respondido ao desafio do blog [tons de azul], e de ter pedido encarecidamente que votassem na minha carta, venho desvendar o mistério e deixar a minha missiva ao coronel.
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“Macondo, 30 de Julho
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Coronel,
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Escrevo-lhe desta terra maravilhosa que ainda resiste à guerra, desde que ela se instalou indefinidamente na nossa pátria. Certo de que há muito que não dou notícias, quero pedir desculpa e dizer-lhe que a sua casa está à minha guarda pessoal. Todos saíram daqui. Restam 3 soldados e um deles está coxo. Foi ficando sem esperança de que alguém do exército o viesse buscar para regressar. O comboio fez a última viagem no início do ano e desde então só recebemos por barco, e uma vez por mês, mantimentos (muito poucos aliás) para esse tempo.
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Devo dizer que o capitão tem a sua fama em muito boa cotação. Eu sei que somos poucos, mas eu ainda conto. Eu admiro-o e limpo o seu quadro todos os dias de manhã. Tal qual faço a minha limpeza diária. E depois o pó não tem ajudado. O deserto tem avançado sobre a cidade e a poeira é cada vez mais insuportável.
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Escrevo-lhe para mostrar o meu apreço pelo facto de a sua esposa ter descoberto que o senhor tem um filho bastardo. Não sei como ela terá reagido ao saber, mas queria deixar a minha consideração ao nosso capitão que nunca deixará o de ser. Temos pedido o fim da guerra a deus, para que possamos um dia estar aos seus comandos uma vez mais.
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O seu filho”
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gostaria de dizer que a minha ideia foi cruzar esta história, "ninguém escreve ao coronel" de gabriel garcía márquez, com o seu romance, "100 anos de solidão". a terra de macondo é original desse mesmo romance, os soldados são referidos por causa da guerra, e ainda é relatado o facto do deserto avançar sobre a cidade (no final da obra o deserto acaba por dizimar a cidade).
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estão aqui as outras 3 que participaram, aqui, aqui e aqui.
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a isto eu chamo de divertimento. obrigado ao TONS DE AZUL.

referência obrigatória

[475]

não sabia isto, ou nunca tinha procurado, ou nunca quis saber, ou já soube e esqueci, ou já li e não fixei, enfim de tudo pode ter acontecido com a minha memória mas isto não podia ter deixado em claro.
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andré benjamim refere esta mensagem no blogue, pura e dura. seca talvez, mas real.
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Fernando Pessoa
13 de Junho de 1888 - 30 de Novembro de 1935
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pela falha as minhas desculpas.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

para começar o dia

[468]

meus amigos novo record de visitas...atingido ontem.
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103 visitas (o antigo era 86).

p.s. refiro isto porque os meus colegas de blog não conseguem saber estes resultados.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

inveja do destino

[313]


eu vou ver este espectáculo...com mais 4 aventureiros. eles sabem que temos sorte.

para quem não conhece deixo-vos [aqui] o link. eu gostei mais da parte da música, FABULOSA!

p.s. dia 2 de dezembro invadimos a capital e o pavilhão atlântico (que nunca visitei).

festival internacional de jardins de ponte de lima

[312]

para os amigos (amigos assim-assim e inimigos também) deste blog, temos para oferecer convites para ver este festival que termina no dia 30.



mais uma vez deixamos referencia ao jardim "sonho meu, sonho meu" do designer miguel peixoto, vencedor da edição 2006.

para quem estiver interessado, haveremos de arranjar maneira de os entregar.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

espelho d'água

[303]

pus um contador há um mês atrás e hoje faço o balanço. penso que temos aumentado as nossas audiências de forma gradual. ficamos agradecidos a todos os que visitam este blog.

mais uma vez, a todos divirtam-se.

p.s. alguém tem de vos avisar que aqui não há nada que preste...

mulheres

[300]

dou por mim a pensar que não tenho uma única etiqueta que diga tão e somente, "mulheres". quem quiser vir a este blog e procurar uma opinião minha a propósito deste ser especial, terá dificuldade em os encontrar.

decidi comemorar o post 300 (e também as 4000 visitas) com algumas palavras sobre as mulheres.

é certo que já falei de alguns aspectos que definem a minha ideia de mulher. mas não a perfeita. essa só mesmo a almofada conhece e mesmo assim acho que nunca a vi (tenho dificuldade em me lembrar dos meus sonhos). torna-se por isso muito fácil pensar em que misterioso e indispensável ser, eu deposito maior confiança e esperança. como dizia a agustina, a beleza para ser perfeita tem de ter algum defeito.

mas isso eu deixarei para outra altura. é assunto muito importante que exige cuidados. eu por agora comemoro.

mas sem mulheres.