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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

a midnight valium for a good night sleep * [12]

[1746]

investiguem bem isso. eu próprio ando a dizer isso há muito. apesar de tudo, e do recorrente recurso ao silêncio, tenho-me mantido certo disto (por aqui há mais de dois anos),
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«Esses resultados sugerem que não é o que conseguimos das relações que nos trazem benefícios, mas sim o que nós oferecemos ao outro», garante a psicóloga Sthephanie Brown, que integrou a equipa de investigação.
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* sutítulo do blog [vontade indómita]
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segunda-feira, 18 de maio de 2009

de profundis

[1685]

parafraseando o grande blog,
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"Eu sou David. Golias é a preguiça que há em mim."
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via [vontade indómita]
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sexta-feira, 6 de março de 2009

these days [3]

[1571]
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deveria ter feito um comentário, acrescentado algo ao post anterior desta série sem nexo, ou pelo menos sem intenção definida. estes títulos espremidos ao limite, reclamando em si uma continuidade (nada de mais errado se pensarem que há nas minhas palavras lógica coerente e importante) são apenas as bóias de salvação, para quem no fundo não tem nada a dizer. confesso que os títulos são a razão dos textos e não o contrário. é como diz o senhor do blog do costume, "[...] os títulos têm a capacidade de apelar a outras histórias que a própria imagem [texto] não incorpora [...]" [vontade-indómita]
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mas a minha obrigação para com este blog ultrapassa a própria razão da sua existência. é ver pelas horas que, como um pai admira o seu filho, eu me vejo a apreciar o seu crecimento. daí não deixar de pensar sempre na melhor forma de vos transmitir as mensagens.
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[hoje mesmo, e porque a mais simples alienação da realidade me consola, deixo-vos três pérolas citadas entre aspas, como manda a boa regra da usurpação, mesmo que temporária, do brilhantismo alheio]
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1 - numa caixa de comentários de um blog [um sub-mundo que é impossível acompanhar a toda a hora], pude ler esta citação de marguerite yourcenar,
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" [...]"a felicidade é uma obra-prima: o menor erro falseia-a, a menor hesitação altera-a, a menor falta de delicadeza desfeia-a, a menor palermice embrutece-a", (in "memórias de adriano") [...] "
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2 - no capítulo intítulado "o delírio" da obra de machado assis (memórias póstumas de brás cubas) talvez um dos melhores de que tenho memória na literatura (mas não se fiem muito nela) há uma passagem fenomenal,
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" [...] Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da felicidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura - nada menos que a quimera da felicidade - ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, com escárnio, e sumia-se, como uma ilusão. [...] " (pp. 27)
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3 - só mais um bom momento de relaxe, que isto de textos longos cansa. fiquem com este capítulo roubado do blog [escrita casual] (escusado será dar realce à parte que interessa, porque confio na vossa capacidade de intertextualizar o que está atrás e o que vem a seguir, sendo que a parte "tinha montes de amor para dar, só que ninguém o queria." é a mais hilariante),
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(cliquem na imagem para ampliar)

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

a midnight valium for a good night sleep * [11]

[1482]

certas noites são de inspiração visual, por isso apago a luz. a chuva é o acompanhamento rítmico com a força que bate na janela. em dias assim, respira-se e pensa-se a maioria do tempo.
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pasmem-se, mas hoje não me apetecia pensar. nada menos que nada. tudo em boas condições para o exercício da escrita e da oratória e nada. ora eu tentando aliviar na minha cortesia os espíritos deambulantes na aragem, sinto-me obrigado a aceitar esta ideia que alguém me apresenta, alguém que na sua presença suprema me oferece guarida temporária neste pensamento. às vezes estes surgem com uma lucidez cortante. não que me assustem, porque na verdade já deixei de acreditar no que ainda acredito, mas tendo a diminuir a importância dos achados.
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como sabem sou da geografia. nada como tudo bem explicadinho com coordenadas para eu entender bem. por isso mesmo, dou por mim a aceitar de ânimo leve toda a definição da minha vida amorosa como um mapa temático. a distância que está entre mim e a mulher da minha vida está a aumentar consideravelmente. ou melhor, exponencialmente. explico,
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na primária ela estava na mesa ao lado.
no ciclo preparatório ela estava na sala ao lado.
no secundário ela estava na escola ao lado.
na universidade ela estava na cidade ao lado.
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e não vem melhorando porque de facto,
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aos 30 ela parece estar noutro país.
e aos 40 estará noutro continente.
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não estarei longe de terminar a minha vida breve como o solitário do planeta dos geógrafos do principezinho de saint-exupéry. no meu caso será a fazer as contas do amor, sem nunca o ter visto de verdade.
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* sutítulo do blog [vontade indómita]

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

a midnight valium for a good night sleep * [10]

[1456]

resumindo, e terminando de dissertar sobre o que não conheço, deixo-vos duas vias concisas. algo de lacónico para evitar dúvidas aos rapazes mais desprevenidos. são os caminhos da paixão. rapazes não desesperem, um dia conseguimos sintetizar as mulheres.
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1 - as mulheres amam desmedidamente
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nesses casos o relacionamento é fácil, porque estão perdidas de amor. nem conseguem perceber se o homem tem as qualidades que elas apreciam, de tão cegas que as tornaram o desejo. um dia acordam com o estranho na cama e não percebem como foram capazes. perderam uma boa oportunidade. havia um homem que estava ao lado delas e só nesse dia perceberam o erro.
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2 - as mulheres não te deixam passar a linha
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nestes casos elas estão de pé atrás com tanta veemência que não dão a possibilidade ao homem certo de se aproximar, desconfiam da esmola porque é grande. o mais certo é acordarem um dia e o homem já lá não está. e só nesse dia perceberam o erro.
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não há muita variante na conquista. só há mais uma. a que corre bem.
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* sutítulo do blog [vontade indómita]

sábado, 10 de janeiro de 2009

a midnight valium for a good night sleep * [9]

[1454]
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sempre que regresso a este blog, há um ritual que sigo. paro, escuto e olho. e normalmente não chega, porque acabo sempre por ser atropelado pelas suas palavras. deixo-me levar numa espiral de pensamentos e certezas várias, de tal maneira que me apetece desatar a escrever tudo como se fosse o dono da verdade inquestionável.
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valha-vos o frio das minhas mãos e não ter mais que impulsos vagamente controlados pelo que nunca consigo encontrar. das palavras então, nunca desdenhando o seu poder, não consigo extraír mais que meras ondas que vão evoluindo no meu peito, ecoando até se perderem no seu efeito diluído. da realidade, que a espaços muito curtos me acena com uns sorrisos, não absorvo mais que a garantia que não terei tão cedo a matéria para esculpir o amor.
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desassossega-me a fatalidade de que podemos andar uma vida inteira sem encontrar uma cara-metade. tão certo estou de que o que procuro é uma num milhão. deixai o mestre da pós- modernidade falar,
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" [...] Mas o que conta na sua vida só é válido a partir do momento, nos finais da década de 1960, em que conheceu aquela que viria a ser a sua futura mulher. Agora, com oitenta anos, sem filhos e viúvo há quinze, explica-me que inconscientemente despreza e esquece tudo aquilo que vem «antes» ou «depois» de ela. Eu vi as fotos e compreendo-o. Uma mulher assim pode fazer um homem pôr tudo num novo princípio, numa nova ordem, numa nova contagem. Acabou por dizer-me que era uma num milhão. Eu sei o que é isso, respondi-lhe, embora ele não tenha acreditado. "
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gostava de morrer a dizer isto.
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* sutítulo do blog [vontade indómita]

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

a midnight valium for a good night sleep * [8]

[1444]

no fundo não passo de um copo de três. aqueço e estremeço a alma, por vezes no limite consigo proporcionar ébrias tonturas agradáveis. mas o efeito acaba por passar no dia seguinte.
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* sutítulo do blog [vontade indómita]
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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

a midnight valium for a good night sleep * [7]

[1432]
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podia dizer mais que muito sobre o pouco que me interessa explorar. não vou fazer isso, é maçador, o tema não precisa de textos extensos, precisa antes de simplicidade e de muita contenção. não é que seja segredo o que penso sobre isto, mas mesmo assim há tão boa gente que não pára um só segundo para pensar no desfile que nos entra olho dentro, na falsificação do sentir, na maquilhagem da alegria, no pó de arroz que se espalha a esconder a vergonha de não saber encontrar nada no fundo da alma. ou se aprende a distinguir isto ou então até se passa a gostar.
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não é recriminar ninguém, muito menos julgar condutas, é o que penso e pronto. não me ponham à prova em coisas que eu próprio admito não dominar ou compreender. simplesmente assumo a minha própria fragilidade, a dificuldade da definição, o não conseguir agarrar esse efémero fio condutor do amor. serve este momento para esclarecer com mais pormenor o que penso sobre os quejandos caminhos da paixão.
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não faço contorcionismo (quando eu estiver feliz da vida ninguém o irá notar), porque isto do amor é como na solidariedade, dá-se mas não se mostra.
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"I'll give you all I got to give if you say you love me too
I may not have a lot to give but what I got I'll give to you
I don't care too much for money, money can't buy me love."
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beatles
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* sutítulo do blog [vontade indómita]

a midnight valium for a good night sleep * [6]

[1430]

costumo dizer que há duas coisas que corrompem a moral da sociedade, mulheres e dinheiro. a uma destas causas ainda não consigo ser imune.
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* sutítulo do blog [vontade indómita]

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

a midnight valium for a good night sleep * [4]

[1412]

a pátria sentimental.
nada como recordar aos incautos e desprevenidos, ou desatentos, que o estoicismo não se pode tornar numa inflexibilidade amoral. descerrar o pano no exacto momento em que a peça ainda vai no adro, é o mesmo que esquecer o auge, mesmo que depois venha a desgraça.
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" Há mulheres que não lutam pelo que querem, pelo que merecem. Abandonam os seus sonhos, os seus ideais, capitulando-se a tristes fantasmas e a emoções vazias de um passado do qual um dia fugiram. Há mulheres que não lutam pelo que querem, pelo que merecem. Desprotegem-se, baixam a guarda e ficam à mercê de fracas memórias. Desiludidas na longa espera da quimera romântica rendem-se por fim à banalidade, ao mundano que sempre contestaram e acabam traidoras da sua pátria sentimental.
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Há homens que têm o que não deveriam. São aves de rapina, abutres que pairam sobre os corpos estendidos e inertes à procura do momento certo para o saque e o esventramento. Há homens que têm o que não deveriam, que pilham a fragilidade alheia e se alimentam cobardemente dos despojos emocionais. "
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* sutítulo do blog [vontade indómita]

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

a midnight valium for a good night sleep * [3]

[1411]

há tanta gente que se diz perdida e responde por entre atropelos vagos de palavras, estou à procura do meu rumo, do meu norte. esta gente não sabe que as vertentes expostas a norte não recebem os raios solarengos dos dias. e lá continuam de bússula na mão à procura do ponto cardeal errado.
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na próxima vez responderei, desmagnetizem a vossa vida.
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* sutítulo do blog [vontade indómita]

sábado, 15 de novembro de 2008

a midnight valium for a good night sleep * [2]

[1346]

não é que seja propriamente uma " [...] espelunca favorita de jazz no harlem [...]". é um espaço mais rural, sem luzes carregadas com neons garridos, sem a azáfama da big city, sem os delírios da cidade que nunca dorme. é mais pessoal o atendimento. há clientes que se conhecem há muitos anos, noctívagos de traços influenciados por noites perdidas na crença de encontrar um momento sublime de improviso. é a minha noite de jazz.
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até pelos traços da arquitectura se nota que o ambiente jazzistico vem de dentro para fora. só o som pode ornamentar esta casa com o requinte necessário ao ambiente equilibrado para a música. as bebidas são modestas - etilicamente falando - licores ou vinhos clássicos. só uma bebida tem um sombrero e do resto não sobra mais que atenções voltadas ao palco.
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desde que se proibiu o tabaco que os ambientes se tornaram mais respiráveis, os espaços menos carregados e a música começa a fluir mais naturalmente. são horas seguidas de improvisações de guitarras, solos de bateria do mais velho, rasgos de palmas aos milagres da destreza manual. e o público pede mais, vai cantando seguindo o apelo do cantor, vai-se impacientando esperando por mais um passo de mágica, como se o soul, jazz ou blues, se tornassem num hino de libertação. por entre as conversas das mesas entreabre-se a satisfação, há sorrisos animados, um casal ao canto mais recatado, e os mais velhos absorvem o ambiente como se para eles o tempo fosse mais urgente, como se para eles os dias de animação fossem uma emergência.
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aos poucos a noite fria vai quebrando a gente ao espaço. a hora avança e a partir daqui todos se atrevem a arriscar umas notas. a minha vez chega para cantar uma versão jazz de chico fininho. garanto-vos que se entranha em nós a melodia e vamos seguindo por intuição a tonalidade.
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é a minha homenagem ao chiquinho da bateria. é o velho que se entretém por aqui por paixão à música. é um baterista firme com parkinson.

a midnight valium for a good night sleep *

[1345]
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marco certos
dias
no calendário para registar
que foram
dias
exactamente iguais
a tantos outros
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* sutítulo do blog [vontade indómita]

terça-feira, 14 de outubro de 2008

respiração

[1275]
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é importante interromper a série veneziana (disse interromper e não terminar). porque chateiam sempre os mesmo títulos. porque me chateia a mim também chatear-vos com repetições. e porque me chateiam algumas coisas que não importa referir. não importa porque sei que também vos iria chatear, dado sereis seres inteligentes e saudáveis. por isso urge dizer de uma vez algo que não chateie mais com tanto discurso inócuo.
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posto isto, para além das notícias de última hora, desta importante, ou desta menos importante, agradecia que os meus estimados leitores não deixassem de visitar dois blogs que me levam a usar a palavra obrigatórios.
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num lê-se isto,
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noutro pode ler-se isto,
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visitem se quiserem sair da pasmaceira. vão ver que põe os olhos bonitos.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

100 blogs no grelhador

[1110]
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agora que adicionei o blog número 100 aos meus feeds, tenho de voltar a citar dois dos melhores, não que os outros sejam piores, até porque os leio a todos da mesma forma, mas estes prendem-me de uma forma especial.
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se não vejamos,
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"não há paciência para isto." penso eu a toda a hora. mas talvez haja paciência, não durasse isto há dois anos. dois anos, tanto e tão pouco. e de pensar que só te começo a conhecer agora... nunca mostras quem és. nunca sei com quem estou. afinal do que tens medo? de mim? de ti? não me deixas chegar perto mas também não me deixas ir. que raio de vida me fazes levar.
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desta menina já ninguém quer saber se o seu nome é maria, mas antes que continue a escrever.
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já o camarada da cidade grande, diz o seguinte,
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" [...] No cinema de Kobayashi, ao contrário de na Doutrina Estóica, Sofrimento e Paixão existem como uma opção pessoal, prevalecendo sobre a Razão. Comigo, terei de acrescentar, passa-se exactamente a mesma merda. Agora veja-se onde isso me deixou."
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tenho de admitir que dito por estas palavras até nem parece tão mau. o certo é que, essa forma de encarar a realidade inter-relaccional, me deixa relutante em relação ao futuro. haverá de certeza forma de saír desse impasse. só não sei como. pelo menos sem ceder no que aprecio em mim.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

para não parecer que estou sempre a dar sermão aos peixes

[1096]

felizmente há quem pense um pouco como eu,
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[Queria estar, todas as noites, sentada num sofá. Queria poder ouvir-te pela casa. Depois sentavaste ao pé de mim e eu deitava a cabeça no teu colo. E lá ao longe alguém diria "vês, valeu tudo a pena, é só teu" e tu estarias ali simplesmente com o teu jeito. O jeito que eu sempre quis.]
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"Vens me buscar?" Pergunto-te.
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"Onde tu quiseres." Respondes.
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e depois há os que dizem o que pensam como eu,
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"...Não sofrer, e por conseguinte também não fazer sofrer — é certo e valhe-se o altruísmo — tornou-se com os anos na sua maior preocupação. Estava viva, dizia-me. Mas era mentira...."
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via [vontade indómita]

terça-feira, 27 de maio de 2008

recitação poética [3] (ou a tempestade depois da bonança vs as noites que insistem que eu não preciso dormir)

[998]

" A febre traz o delírio nocturno e as memórias confundem-se com os receios. Os fantasmas interiores desfilam ao lado da cama, provocadores, instigadores do remorso na culpa católica e sorriem com malícia relembrando o Inferno de dias esquecidos. Num acto de coragem solitário, arrumados a um canto escuro débeis e fragilizados, combatemo-los com o último fôlego na noite fria. Quando acabam por cair derrotados esfumam-se nos sonhos; só nesse momento se soltam as lágrimas da sobrevivência, da injustiça aniquilada, do pecado expiado. No entanto, na vingança de Morfeu tudo se mistura por instantes e ameaça explodir, até que o cansaço vence finalmente a tristeza e a vigilância e o sono chega ao Olimpo. Amanha é outro dia. "
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via [vontade indómita]

sexta-feira, 7 de março de 2008

pormenores

[787]

vale sempre a pena reler, [blog d'apontamentos]. ou para quem não conhece.
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e ainda as maravilhas sempre pontuais do [vontade indómita], onde percebo porque pinto à vezes a minha vida como a um filme noir. é porque como dizia bukowski, " [...] Quando um homem não acredita em nada, nada tem a perder [...]"
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programação do teatro circo para o mês de abril e maio. e ainda o festival de jazz que decorre em braga. e o festival de cinema em famalicão.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

e eu também podia ler mais

[735]

do melhor blog, do mais apetecido, e do que me faz saltar o click com a maior rapidez do que qualquer outro erudito pasquim, sai mais uma invejosa citação,
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" [...] Por isso acredito que Borges, por exemplo, deve ser lido no original. De preferência, devido ao seu elevado nível de erudição e complexidade, com um bom dicionário ao lado. Ou então, como foi o meu caso, com uma namorada argentina. Apesar de —confesso— com uma namorada argentina ao lado, ler Borges ser a última coisa que me interessava fazer.[...] "
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desde a vezenuela, até ao brasil e passando pela argentina, aquilo de facto aquece qualquer corpo mais discreto.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

aragem radiofónica

[631]

o programa da comercial o meu blog dava um programa de rádio, transmitiu esta semana uma sessão dedicada ao [vontade indómita], uma blog que acompanho com frequência, com posts espaçados, mas apenas publicados com mestria. de facto vale bem a pena visitar.
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agora citar este post, é digno de referência e claro está agradecimento ao pedro ribeiro pela coragem.